segunda-feira, 22 de abril de 2013

Algumas das mais curiosas esculturas feitas com lixo



Já pensou em transformar sua bicicleta velha ou uma máquina de lavar roupas em um guerreiro ninja? Provavelmente não, né? Mas tem gente que não só pensou, como também executou.

A seguir, você confere algumas das mais incríveis esculturas feitas com produtos descartados dos lares do mundo. Simplesmente divertido, criativo e bizarro.

Metal Yoda


Aqui Yumi Modal usou várias peças de sucata. O resultado é impressionante.



Ink Jet Enterprise


Tinta de impressora é tão cara que dá até pena jogar os cartuchos vazios fora. Por isso, Pearson resolveu usá-los para criar uma peça única de arte.

Aves


Enquanto a maioria dos escultores pensam grande, o artista Joe Pogan pensa pequeno… pelo menos no tamanho das esculturas. Ele usa sucata de metal, incluindo parafusos, pregos, relógios quebrados e até colheres.




Monstros de borracha


O artista coreano Yong Ho Ji usa pneus de borracha para criar estátuas de monstros incrivelmente montadas. Aqui ele mostra a escultura “Bullman 4″ antes de uma exposição em Londres.



Calçados feitos com circuitos


Gabriel Dishaw criou inúmeras esculturas de sucata, incluindo algumas figuras incríveis, mas seus sapatos bizarros feitos com placas de circuito é que são os preferidos. Os sapatos são réplicas dos seus sapatos Nike.



Broca-City


Se você olhar de perto, verá que brocas, válvulas, parafusos e lâminas de corte se transformaram em uma cidade. O responsável é o artista japonês Enoki Chu.



“Jig Big Rig”


Mike Ross usou dois caminhões para criar essa monstruosidade. A escultura fez parte do Burning Man Festival, em 2007 e obviamente chamou bastante atenção.


WEEE Man


Projetado por Paul Bonomini e construído por uma equipe de engenheiros da Inglaterra, o “Homem Weee” representa a quantidade de produtos elétricos que a classe média britânica descarta durante toda a vida.





Feita com uma variedade de eletrodomésticos, incluindo 5 geladeiras, 3 máquinas de lavar, cortadores de grama, 6 TVs, 12 chaleiras e 35 telefones celulares, ele possui 7 metros de altura e pesa espantosas 3,3 toneladas.

Fonte: http://colunistas.ig.com.br/obutecodanet/2010/12/10/algumas-das-mais-curiosas-esculturas-feitas-com-lixo

Esculturas de areia baseadas em personagens de filmes de Hollywood




Batman, Yoda, Jack Sparrow e vários outros personagens de filmes de Hollywood acabaram surgindo nas areias da praia, no Festival Anual de Esculturas de Areia. O evento ocorreu na praia de Weston-super-Mare, em Somerset, Inglaterra.

Dois escultores holandeses construíram um King Kong gigante de 30 toneladas de areia. Outros 20, de diversas partes do mundo, criaram esculturas igualmente impressionantes.




























Fonte: http://colunistas.ig.com.br/obutecodanet/2013/03/27/esculturas-de-areia-baseadas-em-personagens-de-filmes-de-hollywood

sábado, 9 de março de 2013


Mar do Caribe esconde 450 esculturas de concreto


Uma multidão de figuras humanas de pedra, cada uma com expressões e roupas únicas, habita sem alarde um pedaço do fundo do mar no litoral do México. A cerca de oito metros de profundidade, nas águas cristalinas do Caribe, esconde-se o primeiro parque de esculturas subaquáticas do mundo, que tem até um museu a céu aberto – ou melhor, em alto-mar. O Musa ("museu subaquático de arte", na sigla em espanhol) conta com um acervo de 450 esculturas submersas ao redor da ilha Mujeres de Cancun, no México, que se apoia na interação do homem com o objeto.
As obras são feitas com um material poroso, uma espécie de concreto ecológico de pH neutro, que é perfeito para resistir algumas centenas de anos debaixo-d’água e facilita o crescimento de corais e o abrigo de várias espécies, como peixes pequenos, crustáceos, ouriços e estrelas-do-mar. As criaturas marítimas, aliás, são peças fundamentais para o trabalho. São elas que colorem, distorcem e transformam as dramáticas figuras submersas, construindo uma ambiciosa, mutante e frágil representação da evolução da vida.
O conjunto é obra do inglês Jason deCaires Taylor. Criado na Malásia, Taylor é um exímio mergulhador, instrutor e premiado fotógrafo subaquático. Nem mesmo um diploma no Instituto de Artes de Londres o fez se esquecer da vida marinha. Ele tirou o certificado de escultor da gaveta e o levou para o fundo do mar, onde cuida – junto da fauna que vive ali – deste dinâmico museu.


















Fonte: http://casavogue.globo.com








sexta-feira, 8 de março de 2013


Faça um Tur Virtual no Museu Felícia Leirner

Conheça o Museu de Esculturas Felícia Leirner por meio de imagens interativas em 360 graus, uma evolução tecnológica da mídia digital que permite explorar imagens em qualquer direção, a partir de um ponto fixo de observação. Divirta-se com essa fascinante experiência, visitando online o museu.






Como funciona o Tour Virtual

Aguarde a primeira imagem do tour surgir. Em seguida, quando essa imagem estiver disponível, clique dentro do quadro e arraste o mouse para qualquer direção.
Recursos Adicionais

MENU SUPERIOR - Note que há um menu no topo da imagem. Por meio desse menu, você poderá carregar outras imagens que fazem parte do tour.

BARRA DE NAVEGAÇÃO - Você também pode controlar a movimentação da imagem ou o mesmo o nível de aproximação, por meio dos botões da barra de navegação localizada na parte inferior do quadro. Se preferir, use as teclas SHIFT e CONTROL para o zoom.

FULL SCREEN - Na barra de navegação, há também um botão (localizado à extrema direita) que permite visualizar a imagem em tela cheia. Para retornar ao estado original de exibição, use a tecla ESC.

-> ACESSE O TOUR


Links Relacionados

ACAM Portinari
Secretaria de Estado da Cultura - Governo de São Paulo
Icom (Conselho Internacional de Museus)
Ibram (Instituto Brasileiro de Museus)
Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico e Artístico Nacional)
Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico)

Fonte: http://museufelicialeirner.org.br

quinta-feira, 7 de março de 2013

Esculturas de Lan


Desenhos do cartunista Lan se transformam em esculturas




Melhores de Lan: personagens como a mulata Isaura e Olivia fazem parte da mostra (Foto: Divulgação)

Os desenhos preferidos do artista foram transformados em esculturas que, pela primeira vez, são reunidas numa exposição. O cartunista escolheu 13 imagens clássicas de seu repertório e escultor Marcus André Salles as deu forma em bronze. 
Vale À pena conferir mais em:http://lanesculturas.com.br

domingo, 24 de outubro de 2010

Esculturas

Escultura é uma arte que representa imagens plásticas em relevo total ou parcial. Existem várias técnicas de trabalhar os materiais, como a cinzelação, a fundição, a moldagem ou a aglomeração de partículas para a criação de um objeto.
Vários materiais como a pipeta se prestam a esta arte, uns mais perenes como o bronze ou o mármore, outros mais fáceis de trabalhar, como a argila, a cera ou a madeira.
Embora possam ser utilizadas para representar qualquer coisa, ou até coisa nenhuma, tradicionalmente o objetivo maior foi sempre representar o corpo humano, ou a divindade antropomórfica. É considerada a quarta das artes clássicas.

Índice

  • 1 Técnicas, formas e materiais utilizados
  • 2 A escultura pelo mundo
    • 2.1 Índia
    • 2.2 China
    • 2.3 Japão
    • 2.4 Américas
    • 2.5 África
    • 2.6 Antigo Egito
    • 2.7 Europa
  • 3 Ver também

Técnicas, formas e materiais utilizados

  • Através da maior parte da história, permaneceram as obras dos artistas que utilizaram-se dos materiais mais perenes e duráveis possíveis como a pedra (mármore, pedra calcária, granito) ou metais (bronze, ouro, prata). Ou que usavam técnicas para melhorar a durabilidade de certos materiais (argila, terracota) ou que empregaram os materiais de origem orgânica mais nobres possíveis (madeiras duráveis como ébano, jacarandá, materiais como marfim ou âmbar). Mas de um modo geral, embora se possa esculpir em quase tudo que consiga manter por pelo menos algumas horas a forma idealizada (manteiga, gelo, cera, gesso, areia molhada), essas obras efêmeras não podem ser apreciadas por um público que não seja coevo.
A escolha de um material normalmente implica na técnica a se utilizar. A cinzelação, quando de um bloco de material se retira o que excede a figura utilizando ferramentas de corte próprias, para pedra ou madeira; a modelagem, quando se agrega material plástico até conseguir o efeito desejado, para cera ou argila; a fundição, quando se verte metal quente em um molde feito com outros materiais.
Modernamente, novas técnicas, como dobra e solda de chapas metálicas, moldagens com resinas, betão armado ou plásticos, ou mesmo a utilização da luz coerente para dar uma sensação de tridimensionalidade, tem sido tentadas e só o tempo dirá quais serão perenes.
Através do tempo, algumas formas especificas de esculturas formas mais utilizadas que outras: O busto, espécie de retrato do poderoso da época; a estátua eqüestre, tipicamente mostrando um poderoso senhor em seu cavalo; Fontes de água, especialmente em Roma, para coroar seus fabulosos aquedutos e onde a água corrente tinha um papel a representar; estátua, representando uma pessoa ou um deus em forma antropomórfica; Alto ou Baixo-relevo, o modo de ilustrar uma história em pedra ou metal ; mobiliário, normalmente utilizado em jardins.

A escultura pelo mundo

Índia


Imagem de Shiva, em bronze
As primeiras esculturas na Índia são atribuídas à civilização do vale do Indo, onde trabalhos em pedra e bronze foram descobertos, sendo uma das mais antigas esculturas do mundo. Mais tarde, com o desenvolvimento do hinduismo, do budismo, e do jansenismo, esta região produziu alguns dos mais intricados e elaborados bronzes. Alguns santuários, como o de Ellora, apresentam grandes estátuas esculpidas diretamente na rocha. Durante o século II a.C. no noroeste da Índia, onde hoje é o Paquistão e o Afeganistão, as esculturas começaram a representar passagens da vida e os ensinamentos de Buda. Embora a Índia tivesse uma longa tradição de esculturas religiosas, Buda nunca tinha sido representado na forma humana antes, apenas por símbolos. Este fato reflete já uma influencia artística persa e grega na região. A Índia influenciou ainda, através do budismo, boa parte da Ásia, como as existentes na localidade de Angkor, no Camboja

China


Alguns dos guerreiros do Exército de terracota de Xian
Artefactos chineses datam do século X a.C., mas alguns períodos selecionados tiveram destaque: Dinastia Zhou (1050-771 a.C.) produziu alguns intrincados vasos em bronze fundido; Dinastia Han (206-220 a.C.) apresentou o espectacular Exército de terracota de Xian, em tamanho natural, defendendo a tumba do imperador; As primeiras esculturas de influencia budista aparecem no período dos Três reinos (século III) ; Dinastia Wei (séculos 5 e 6 ) nos da a escultura dos Gigantes grotescos, reconhecidas por suas qualidades e elegância. O período considerado a idade de ouro da China é a Dinastia Tang, com suas esculturas budistas, algumas monumentais, considerados tesouros da arte mundial.
Após este período a qualidade da escultura chinesa caiu muito. É interessante notar que a arte chinesa não tem nus, como é comum na arte ocidental, à exceção de pequenas estátuas para uso dos médicos tradicionais. Também tem poucos retratos, exceto nos mosteiros, onde eram mais comuns. E nada do que se produziu após a Dinastia Ming ( após século XVII) foi reconhecido como bom pelos museus e colecionadores de arte. No século passado, a influencia do realismo socialista de origem soviética arruinou o que restava da arte chinesa. Espera-se que o ressurgimento e abertura para o mundo ocidental traga a arte chinesa ao seu lugar de mérito.

Japão


Imagem de Buda
Os japoneses faziam muitas estátuas associadas a religião, a maioria sob patrocínio do governo. Notáveis foram as chamadas ‘’haniva’’, esculturas em argila colocadas sobre tumbas, no período ‘’Kofun’’. A imagem em madeira do século IX de ‘’Shakyamuni’’, um Buda histórico é a típica escultura da era ‘’Heian’’, com seu corpo curvado, coberto com um denso drapeado e com uma austera expressão facial. A escola Key criou um novo estilo, mais realista.

Américas

Existem poucos exemplares de esculturas pré-colombianas no continente americano, entre elas as famosas estátuas da Ilha de Páscoa, algumas esculturas, principalmente em alto-relevo, decorando edificações Maia e Asteca do Peru ao México e algumas peças primitivas em madeira ou argila, geralmente com significado religioso, dos povos nativos de toda América.
No restante, só se começou a produzir arte a partir do século XVI, já sob influência do Barroco, com destaque para imagens religiosas em madeira, terracota e pedra macia nos locais de influência católica. Nos países de religião protestante, por sua maior resistência ao uso religioso de imagens, foi mais tardio o aparecimento de artistas, entrando diretamente no Neoclássico por influência da cultura européia. A partir daí, com a facilidade de transporte e comunicações, a arte nas Américas ficou muito semelhante à desenvolvida na Europa.
A escultura popular em argila do Nordeste brasileiro, as obras em madeira e argila dos povos da Amazônia, figuras religiosas em todas as regiões católicas da América também possuem sua relevância no contexto atual.

África

A arte da África tem uma ênfase especial pela escultura, especialmente em ébano e outras madeiras nobres. Além das divindades antropomórficas, tem especial interesse as máscaras rituais. As esculturas mais antigas são da cultura Nok (cerca de 500 a. C.), no território onde atualmente se encontra a Nigéria.

Antigo Egito

A escultura no antigo Egito visava dar uma forma física aos deuses e seus representantes na terra, os faraós. Regras rígidas deviam ser seguidas: homens eram mais escuros que mulheres; as mãos de figuras sentadas deveriam estar nos joelhos; e cada deus tinha suas regras especificas de representação. Por esse motivo, poucas modificações ocorreram em mais de três mil anos, embora tivessem resultado em peças maravilhosas como a cabeça de Nefertiti ou a máscara mortuária de Tutancamon.

Europa

Ver artigos principais: Escultura da Grécia Antiga, Escultura da Grécia arcaica, Estilo Severo, Escultura do Classicismo grego, Escultura do Helenismo, Escultura etrusca, Escultura da Roma Antiga, Escultura românica, Escultura gótica, Renascimento, Escultura barroca, Escultura do neoclassicismo.

Uma amostra dos mármores de Elgin
A Grécia clássica é com certeza o berço ocidental da arte de esculpir, desde seus primeiros artefatos a partir do século X a.C., em mármore ou bronze, até o apogeu da era de Péricles (século V a.C.), com as esculturas da Acrópole de Atenas Foi também quando alguns escultores começaram a receber reconhecimento individual, como Fídias. Produziu obras impares,como a Vitória de Samotrácia, os mármores de Elgin ou a Vénus de Milo.
A partir dos gregos, os romanos, depois de um começo na tradição etrusca, abraçaram a cultura clássica e continuaram a produzir esculturas até o fim do império, numa escala monumental e numa quantidade impressionante, espalhando principalmente o trabalho em mármore por todo o império.
Após o fim do império e a idade das trevas, onde pouco se fez, tivemos algumas esculturas góticas (séculos 12 e13), basicamente como decoração de igrejas, como a porta da catedral de Chartres, arte fúnebre com suas tumbas elaboradas e as famosas gárgulas.


’’David’’ de Michelangelo
Tudo pareceu culminar no Renascimento, com mestres como Donatello e seu Davi em bronze, a estátua eqüestre do Gattamelata ou suas inúmeras esculturas em mármore, abrindo caminho para a obra maior de Michelangelo, com seu magnífico David em mármore, a Pietá, ou Moisés. Provavelmente o David de Florença seja a escultura mais famosa do mundo desde que foi revelada em 8 de setembro de 1504. É um exemplo do contrapposto, estilo de posicionar figuras humanas.
Quando Benvenuto Cellini criou um saleiro em ouro e ébano em 1540, mostrando Netuno e Anfitrite em formas alongadas e posições desconfortáveis, transformou o Naturalismo e criou a obra maior do Maneirismo que em sua forma mais exagerada virou o Barroco, que acrescenta elementos exteriores, como efeitos de iluminação. Bernini foi sem duvida o mais importante escultor desse período, com obras como O Êxtase de Santa Teresa.
Após os excessos do Barroco, o Neoclassicismo é uma volta ao modelo helenista clássico, antes dos anos confusos do Modernismo, que teve a magnífica obra em bronze do francês Auguste Rodin e seu O Pensador, e depois enterrou a tradição clássica com o Cubismo, o Futurismo, o Minimalismo, as Instalações e a Pop Art.
Algumas das obras de escultura mais famosas são:
  • A Vitória de Samotrácia ou Nikké (Vitória em grego)
  • Vênus de Milo
  • O Pensador (de Auguste Rodin);
  • David (de Michelangelo).
  • Moisés (de Michelangelo).
  • O Beijo (de Rodin)
  • Grupo de Laocoonte

] Ver também

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